Ao que parece, as tecnologias podem encontrar-se, em termos de ciclo de vida, numa de 5 fases distintas:
- Etapa inicial, que contempla o Trigger para a tecnologia, ou seja, o driver que leva a que a mesma surja.
- Segunda etapa, onde as expectativas inflaccionadas relativamente ao que se pode fazer com a tecnologia.
- Na terceira etapa, há uma "desilusão" ao perceber-se que afinal nem tudo dá para fazer.
- A quarta etapa traz uma nova luz sobre o que se pode realmente fazer com o que se tem.
- A etapa final já refere a utilização real e produtiva da tecnologia.
Piadas à parte, a conclusão do estudo é de que no geral o Cloud Computing já passou a fase das grandes expectativas, mas existem ainda alguns aspectos cujo Hype se encontra extremamente inflaccionado.

O tema da Big Data é uma das vertentes mais próximas do topo das expectativas altas. Com várias iniciativas e empresas a proporem cada vez mais soluções e serviços, o mais provável de acontecer é que os potenciais benefícios que se podem tirar façam com que se passe rapidamente pela desilução e se comecem a implementar grandes projectos, fruto das vantages que daí se podem obter.
Além dos temas referidos, o artigo refere algumas tendências interessantes de que ainda não falei.
Community Cloud - Na prática, juntar economias de escala a economias de cloud. Clouds partilhadas entre empresas para tirar partido de melhores condições financeiras.
Cloudbursting - Tirar partido da elasticidade da Cloud em cenários de carga que o justifiquem. Actualmente já é possível fazê-lo mas maioritariamente de forma manual. A Gartner prevê que esta seja uma tendência em breve, mas a tecnologia ainda tem de amadurecer. Estamos a falar de transição de workloads entre fornecedores cloud diferentes, e para isso é necessária a criação de standards de modo a garantir a portabilidade.
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